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sábado, 7 de fevereiro de 2015
Processo Licitatório para Alimentação Escolar
Vereadores da Cidade de Campo Grande-MS [2015/2018]
- Airton Saraiva – DEM
airtonsaraiva@camara.ms.gov.br - Alceu Bueno – PSL
vereadoralceubueno@camara.ms.gov.br - Alex do PT
alex@camara.ms.gov.br - Ayrton de Araújo – PT
ayrtondearaujo@camara.ms.gov.br - Carla Stephanini – PMDB
carlastephanini@camara.ms.gov.br - Carlão – PSB
carlao@camara.ms.gov.br - Cazuza – PP
cazuza@camara.ms.gov.br - Chiquinho Telles – PSD
chiquinhotelles@camara.ms.gov.br - Coringa – PSD
vereadorcoringa@camara.ms.gov.br - Delei Pinheiro – PSD
deleipinheiro@camara.ms.gov.br - Dr. Jamal – PR
drjamal@camara.ms.gov.br - Edil Albuquerque – PMDB
edilalbuquerque@camara.ms.gov.br - Eduardo Romero – PT do B
eduardoromero@camara.ms.gov.br - Elizeu Dionízio – SDD
elizeudionizio@camara.ms.gov.br - Eng°. Edson – PTB
eng.edson@camara.ms.gov.br - Flávio César – PT do B
flaviocesar@camara.ms.gov.br - Gilmar da Cruz – PRB
gilmardacruz@camara.ms.gov.br - Grazielle Machado – PR
grazielle@camara.ms.gov.br - Juliana Zorzo – PSC
julianazorzo@camara.ms.gov.br - Luiza Ribeiro
luizaribeiro@camara.ms.gov.br - Mario Cesar – PMDB
mariocesar@camara.ms.gov.br - Otávio Trad – PT do B
otaviotrad@camara.ms.gov.br - Paulo Pedra – PDT
paulopedra@camara.ms.gov.br - Paulo Siufi – PMDB
paulosiufi@camara.ms.gov.br - Prof. João Rocha – PSDB
vereadorjoaorocha@terra.com.br - Profª Rose – PSDB
profrose@camara.ms.gov.br - Vanderlei Cabeludo – PMDB
vanderleicabeludo@camara.ms.gov.br - Waldecy Chocolate – PP
chocolate@camara.ms.gov.br - Zeca do PT
zecadopt@camara.ms.gov.br
quinta-feira, 20 de junho de 2013
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Manifestações saem das redes sociais e ganham as cidades do Brasil
Demorou um pouco mais do que na Europa, nos Estados Unidos e no mundo árabe, mas finalmente “caiu a ficha” dos brasileiros de que ir às ruas e se manifestar é um dos pontos mais básicos da cidadania atuante. Nestes últimos dias, perto de 300 mil pessoas fizeram protestos emblemáticos em pelo menos 8 das mais importantes capitais brasileiras, gerando um sem-número de matérias nos noticiários aqui e no exterior. Cabe aqui uma observação aos que estão dizendo que essa movimentação da sociedade não tem propósito definido, como o próprio presidente da Câmara Henrique Alves comentou ontem: “Não sei a motivação dessas pessoas, não sei que pleitos têm, não sei os objetivos. Assim não há como iniciar uma negociação”. Pois no comentário de hoje vamos dar algumas dicas. Revendo as fotos e vídeos dos manifestos, pudemos identificar pelo menos cinco grandes reivindicações que permeavam todos os atos: tarifas de ônibus abusivas, gastos excessivos para os megaeventos esportivos, repúdio à PEC 37 contra o Ministério Público, fim das indicações políticas para os Tribunais de Contas e luta pelo voto livre. Gostaríamos de salientar que a verdadeira cidadania pressupõe não apenas a manifestação pública de opiniões mas também a ação concreta nas instituições, sobretudo as políticas. Por isso, gostaríamos aqui de sugerir a todos os milhares de manifestantes que participem efetivamente da luta das organizações da sociedade civil. Muitas delas lidam com esses cinco temas há algum tempo e com certeza teriam uma ação muito mais eficiente se delas fizessem parte os cidadãos atuantes que temos visto na TV e nos jornais. Os exemplos são muitos, mas vamos ficar aqui nesses cinco exemplos. Para o controle social das questões relativas às cidades, incluída aí a questão das tarifas de ônibus, vale conhecer o trabalho das redes Cidades Sustentáveis, da Nossa São Paulo ou do Rio Como Vamos. Para os gastos pouco transparentes da Copa, participem dos comitês Jogos Limpos. Contra a absurda PEC 37, que reduz em muito o poder de investigação do Ministério Público, participem dos diversos abaixo-assinados que estão disponíveis na internet, contra as indicações políticas nos tribunais de contas, entrem em contato com organizações como a ANTC, Ampcon, Sindilegis, Auditar e várias outras. E, finalmente, sobre o voto livre, participem da Plataforma pela Reforma Política e acessem o site votolivre.org.br. A boa notícia é que estamos num caminho em direção a um Brasil mais consciente e mais transparente. A sociedade organizada tem as ferramentas. Resta agora essa massa de cidadãos que começam a ser conscientes passar a se utilizar delas. Aqui na Voz do Cidadão preparamos um post especial com esses temas com os respectivos links para quem quiser conhecer mais e participar. Parabéns, Brasil! |
| Links interessantes para a sociedade participar. |
terça-feira, 18 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Placar da Impunidade
Os deputados
federais listados abaixo, por serem líderes de seus partidos, receberam
uma carta da ABRACCI, solicitando o posicionamento de seus partidos a
respeito da Proposta de Ementa Constitucional 37/2011 (PEC 37), que
retira do Ministério Público e de outras instituições a competência de
promover investigações, conferindo exclusividade dessa atribuição às
polícias Civil e Federal.
Para
a ABRACCI a aprovação da PEC 37 significa um retrocesso para o regime
democrático brasileiro e para a luta contra a corrupção e a impunidade.
A
ABRACCI é composta por organizações que atuam contra a corrupção e a
impunidade e sua experiência comprova que membros do Ministério Público
têm obtido resultados significativos na investigação de crimes. Retirar
do Ministério Público e de outras instituições o poder investigatório
significa o aumento da impunidade no país.
PLACAR DA IMPUNIDADE – PEC 37/2011
Autor da proposta: Lourival Mendes (PTdoB/MA), deputado federal e delegado de polícia.
Legenda:
-
Não respondeu (não respondeu mensagem sobre a PEC 37)
-
Não se posicionou (respondeu mensagem sem declarar intenção de voto, ou com posicionamento pessoal e não do partido)
-
CONTRA A IMPUNIDADE (se manifestou contra a PEC 37)
-
A FAVOR DA IMPUNIDADE (se manifestou a favor da PEC 37)
Partido
|
UF / Nome do Deputado | Intenção de Voto |
DEM
|
Ronaldo Caiado | Não respondeu |
PP
|
Arthur Lira | Não respondeu |
PcdoB
|
Manuela D`Ávila | Não respondeu |
PDT
|
André Figueiredo | Não respondeu |
PEN
|
Francisco Francischini | Não respondeu |
PHS
|
José Humberto | Não respondeu |
PMDB
|
Eduardo Cunha | Não respondeu |
PMN
|
Dr. Carlos Alberto | Não respondeu |
PPS
|
Rubens Bueno | Contra a Impunidade |
PR
|
Anthony Garotinho | Não respondeu |
PRB
|
George Hilton | Não respondeu |
PRP
|
Chico das Verduras | Não respondeu |
PRTB
|
Aureo Ribeiro | Não respondeu |
PSB
|
Beto Albuquerque | Não se posicionou |
PSC
|
André Moura | Não respondeu |
PSD
|
Eduardo Sciarra | Não se posicionou |
PSDB
|
Carlos Sampaio | Contra a Impunidade |
PSL
|
Dr. Grilo | Não respondeu |
PSOL
|
Ivan Valente | Não respondeu |
PT
|
José Guimarães | Não respondeu |
PTB
|
Jovair Arantes | Não respondeu |
PTdoB
|
Rosinha da Adefal | Não respondeu |
PV
|
Sarney Filho | Não respondeu |
Confira as repostas de cada deputado: http://migre.me/ eS0Zm
terça-feira, 28 de maio de 2013
Desempenho da lei de acesso a informação
Para celebrar o primeiro ano em vigor da Lei de Acesso no Brasil, a
Abraji realizou pesquisa online com jornalistas para avaliar como a
imprensa vem usando essa ferramenta – e descobrir em que pontos a
aplicação da lei ainda está deixando a desejar. De 20 de fevereiro a 9
de abril deste ano, 87 jornalistas de 14 estados diferentes responderam a
um questionário objetivo que mostra como a LAI vem sendo aplicada em
níveis federal, estadual e municipal e pelos poderes Executivo,
Legislativo e Judiciário.
A pesquisa mostra que o poder Executivo, nas três esferas, é o que
recebe o maior número requerimentos da imprensa. E também é aquele em
que há o maior número de problemas. Nas três esferas territoriais, 2 em
cada 3 repórteres ouvidos pela Abraji relataram problemas ao pedir
informações públicas a governos.
Link do Relatório
Acesso à informação nas Assembleias Legislativas do Brasil

(Foto: Thinkstock)
Nem só de exemplos negativos é feito o mapa da transparência nas Assembleias Legislativas.
Entre os 27 órgãos, três mantêm portais exemplares, mas não se destacam
apenas por esse motivo: responderam aos pedidos de Zero Hora (ZH) de
forma detalhada e em menos de duas semanas, antes do prazo definido pela
Lei de Acesso à Informação.
Nos últimos dois meses, ZH fez contato com as 26 Assembleias e a Câmara
Legislativa do Distrito Federal em busca de dados financeiros e
funcionais. Conforme reportagem publicada no domingo, o levantamento
mostrou que a maioria não cumpre a lei da transparência.
Ao todo, apenas oito Assembleias foram consideradas transparentes,
principalmente em função da qualidade de seus portais. Mesmo assim,
todas passaram por um teste adicional: receberam pedidos de informação. A
agilidade e o grau de detalhamento das respostas foram avaliados e
pesaram na escolha dos três melhores exemplos.
Das 27 Casas, 11 sequer deram retorno. Dezesseis responderam, algumas
com dados parciais, outras de forma completa. Mas foram as Assembleias
de Minas Gerais, Santa Catarina e do Paraná que se destacaram pela
rapidez e facilidade com que forneceram os números. Isso significa que,
se um cidadão tem dificuldades para lidar com sites, ele poderá recorrer
a outros meios para obter as informações.
— Estamos fazendo o possível para cumprir a lei. Entendemos que a
transparência é a melhor funcionária que poderíamos contratar. É a
inimiga número um da corrupção — diz o presidente do Legislativo
paranaense, Valdir Rossoni (PSDB).
No caso da Assembleia gaúcha, o retorno chegou em 20 dias — dentro do
prazo. Só que, ao contrário de Minas, Paraná e Santa Catarina, o
Legislativo do Rio Grande do Sul se limitou a indicar o portal como
fonte. Se a resposta deixou a desejar, vale ressaltar que todos os dados
estavam disponíveis na internet, como manda a Lei de Acesso à
Informação.
Nomes e salários ainda são tabu
A lista com os nomes e os salários dos servidores ainda é tabu na
maioria dos Legislativos. Apenas quatro Assembleias divulgam os dados,
sendo que somente duas (Rio e Espírito Santo) sem nenhuma restrição
(veja abaixo).
— A divulgação nunca foi um problema para nós — garante Marcelo Bozio
Monteiro, secretário de Comunicação do parlamento do Espírito Santo.
Nas outras duas, (Rio Grande do Norte e Santa Catarina) no entanto, só é
possível fazer a consulta por nome. No site da Assembleia do Rio Grande
do Norte quem pesquisa é obrigado a se registrar. Há ainda o caso do
Piauí, cuja página abre um link para a pesquisa por nome, mas, até
ontem, o sistema não funcionava.
A questão vem sendo alvo de discussão no país. A Assembleia gaúcha
segue omitindo a informação, mas isso pode mudar. O presidente da Casa,
deputado Pedro Westphalen (PP), prometeu levar o caso à reunião de
líderes marcada para amanhã.
A mudança de posição pode ser desencadeada pela decisão do Tribunal de
Justiça, que, na última quarta-feira, passou a publicar os contracheques
com identificação.
Sem barreiras
Legislativos que se destacaram por disponibilizar a maioria dos dados solicitados por ZH e em tempo recorde
Minas Gerais: www.almg.gov.br
Tempo de resposta 1 dia
Avaliação
Foi a Assembleia que mais rápido respondeu ao pedido de informações de
ZH. A demanda foi feita no site do órgão, via formulário virtual, sem
complicações. A resposta veio por e-mail.
Portal da Transparência
Um dos mais completos entre os analisados. Tem interface amigável, com
dados expostos de forma clara e direta, facilitando a vida do cidadão.
Disponibiliza informações atualizadas e detalhadas.
Dados comparativos
Com os dados disponibilizados, é possível saber que a Assembleia
mineira é a segunda com o maior custo por parlamentar no país: R$ 12,97
milhões em 2013. Em primeiro lugar, está o Distrito Federal, com R$
16,15 milhões.
Santa Catarina: www.alesc.sc.gov.br
Tempo de resposta 8 dias
Avaliação
Segundo Legislativo mais rápido na resposta. O pedido foi feito por
meio de um formulário virtual disponível no site, preenchido em menos de
cinco minutos. O retorno deu-se via e-mail.
Portal da Transparência
Destaca-se pela variedade de informações. Oferece os números dos
telefones diretos da Coordenadoria de Informações, e o serviço funciona.
Atendentes tiram dúvidas e auxiliam na navegação pelo site.
Dados comparativos
A partir das informações obtidas, sabe-se que a Assembleia catarinense é
a quinta que mais gasta com pessoal, totalizando R$ 285,1 milhões. O
primeiro lugar cabe a Minas Gerais, onde o valor chega a R$ 709,9
milhões.
Paraná: www.alep.pr.gov.br
Tempo de resposta 12 dias
Avaliação
Terceiro lugar em agilidade. A solicitação foi feita no site do órgão,
que dá destaque à Lei de Acesso. Não exige nada além de nome e e-mail.
Resposta via correio eletrônico.
Portal da Transparência
Nota 10 na chamada "transparência ativa". Até o demonstrativo
financeiro diário e o controle de estoque da Assembleia são possíveis de
acompanhar pelo portal. E o acesso é simplificado.
Dados comparativos
A Assembleia paranaense foi uma das Casas que menos gastou com diárias
em 2012. Ao todo, segundo o órgão, foram usados apenas R$ 67 mil para
esse fim. Minas Gerais, que ocupa a liderança, gastou R$ 5,1 milhões.
Fonte: Zero Horadomingo, 21 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Como acompanhar o Legislativo ?
Como acompanhar um parlamento? Como realizar o trabalho de olhar para
nossos representantes no Legislativo? O livro que serve de base para o
que consideramos um bom trabalho nessa área é resultado de um ano de
estudos e pesquisas com mais de 60 cidadãos em diferentes áreas do
conhecimento. Trata-se do que poderíamos chamar de ponto de partida para
uma atividade desafiadora e democrática. Clique na imagem para baixar o
livro.
Dowload AQUI!
Para os colegas do grupo Coletivo Cidade Morena, que estão vinculados ao Movimento Voto Consciente, a leitura deste texto é obrigatória.
Após discussão das possibilidades de atuação, com ajuda também de outros textos, iniciaremos nosso modo de ação. As especificidades de cada local, cada município devem ser levadas em conta para o processo de observação e controle dos parlamentares.
E vamos ao trabalho!
quarta-feira, 20 de março de 2013
Orçamento Fácil
Compartilho com vocês o projeto
Orçamento Fácil, lançado pelo Senado, que trata-se de uma série de
animações didáticas para ensinar como funciona o planejamento do
orçamento público no Brasil.
As
animações são simples, didáticas e muito interessante! Também existe
uma parte interativa, onde o internauta assume o comando de uma "cidade
virtual" como prefeito e define os setores de investimento do dinheiro
públibo.
É
mais uma maneira de aproximar as pessoas da política e passar
conhecimento sobre o assunto. Vale a pena conferir, aprender e divulgar!
Portal Orçamento Fácil: http://www12.senado.gov.br/orcamentofacil
Agradecemos à Nicole Campello do ABRACCI pela dica.
sábado, 2 de março de 2013
Catálogo dos Aparecidos Políticos disponível para baixar
Exatamente há um ano o coletivo de arte ativista Aparecidos Políticos
realizava uma suas primeiras atividades dentro de um edital público: A
'Exposição/Ocupação Rádio-Arte: Memórias e Resistências' realizada na
Galeria Antônio Bandeira, em Fortaleza-CE.
Durante um mês ocuparam
a galeria com a criação de uma estação de Rádio-livre que transmitia,
em caráter de desobediência civil como questionamento à concentração nos
meios de comunicação, ondas de rádio eletromagnéticas (103,5FM) - que
era replicadas também pela internet. A ideia era criar naquele espaço,
na relação com outros coletivos, artistas, transeuntes, colégios
públicos e movimentos sociais um espaço de experimentação onde as
pessoas poderiam não somente falar/usar a estação de rádio como também
se apropriarem da mesma.
Baixe Aqui o Catálogo
Leia mais
domingo, 18 de novembro de 2012
Cidades onde é feriado nacional em 20 de Novembro - Zumbi
No Brasil, o dia 20 de novembro
representa um importante momento da história, especialmente para 52% da
população brasileira, que é representada por pretos e pardos. A data
lembra a morte do líder Zumbi dos Palmares, que lutou pela libertação
dos negros escravizados, durante o período colonial no país. Apesar da
data ter sido instituída como o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra pela Lei 12.519/2011, ainda não é considerada feriado nacional.
A adesão ao feriado ou instituição de
ponto facultativo é decisão legal de cada estado ou município. Mais de
700 cidades já adotaram feriado, no Dia da Consciência Negra. A data é
considerada como uma ação afirmativa de promoção da igualdade racial e
uma referência para a população afrodescendente dedicada à reflexão
sobre as consequências do racismo e sobre a inserção do negro na
sociedade brasileira.
Caso seja sancionado pela presidente
Dilma Rousseff, o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, será o
primeiro feriado do país originário da mobilização do movimento negro e o
nono feriado nacional, juntamente com as seguintes datas: 1º de janeiro
(Confraternização Universal), 21 de abril (Tiradentes), 1º de maio (Dia
do Trabalho), 7 de setembro (Independência do Brasil), 12 de outubro
(Nossa Senhora Aparecida), 2 de novembro (Finados), 15 de novembro
(Proclamação da República) e 25 de dezembro (Natal).
Há ainda quatro datas comemorativas
flexíveis, as quais, embora popularmente conhecidas como feriados
nacionais, não são reconhecidas pela legislação brasileira – Terça-feira
de Carnaval, Sexta-feira da Paixão, Domingo de Páscoa e o Corpus
Christi.
Celebrações - As
atividades alusivas a este dia, são celebradas ao longo de todo mês de
novembro, ampliando os espaços de discussão sobre as questões raciais.
Um número cada vez mais significativo de entidades da sociedade civil,
principalmente o movimento negro, tem se mobilizado em todo o país, em
torno da participação do negro nas diferentes áreas da sociedade:
emprego, educação, segurança, saúde, entre outras.
Zumbi - Zumbi foi um
dos principais líderes do Quilombo do Palmares, em Alagoas, área usada
pelos escravos para fugir do domínio dos senhores de engenho. As
primeiras referências à Palmares são de 1580, na região da Serra da
Barriga, onde fica hoje o Parque Memorial Quilombo dos Palmares. Há
estimativas de que o quilombo resistiu mais de 100 anos.
O líder do Quilombo dos Palmares, no
final do século XV, era Ganga Zumba, tio de Zumbi. Em 1678, o governador
da Capitania de Pernambuco ofereceu um acordo de paz a Ganga Zumba, que
aceitou, mas nem todos concordaram. Aconteceu, então, uma rebelião,
liderada por Zumbi, que governou o grupo por 15 anos. Foram necessárias
18 expedições do governo português, liderados por bandeirantes, para
erradicar Palmares.
Zumbi adotou uma estratégia de defesa
baseada em táticas de guerrilha. Os bandeirantes descobriram, através de
um delator, o esconderijo do líder. E em 20 de novembro de 1695, eles
mataram Zumbi em uma emboscada. Sem outra liderança, Palmares sobreviveu
até 1710, quando se desfez. Desde 1995, Zumbi faz parte do panteão de
Herois da Pátria.
Hoje, os quilombolas, nome dado aos
descendentes dos moradores dos antigos quilombos, são reconhecidos e
suas áreas são demarcadas, a fim de protegê-los, contribuindo para a
manutenção das tradições e a ancestralidade da cultura negra.
Atualmente, 2002 comunidades remanescentes dos quilombos estão
certificadas pela Fundação Palmares e 1711 certidões foram emitidas.
Fonte: Fundação Cultural Palmares
domingo, 11 de novembro de 2012
Ato contra reajuste na Câmara reúne 500 assinaturas na Capital
| Movimento contou com faixas que ilustraram o discurso do Movimento Voluntário |
Ao todo, 590 assinaturas foram
colhidas durante o manifesto do Movimento Voluntário, ocorrido na manhã
deste sábado (10), na Praça Ary Coelho, centro de Campo Grande. O
manifesto pretende chamar a atenção da população para que seja revisto o
aumento do subsídio dos vereadores, que atualmente recebem um salário
mensal de R$ 9.288 mil, e com o aumento saltaria para cerca de R$ 15
mil.
Além do aumento das cifras, por conta no
número de habitantes, Campo Grande terá na próxima legislatura 29
parlamentares, conforme rege a Constituição Federal.
Saiba mais: População se mobiliza na internet contra aumento de subsídio de vereadores
Quem passou pelo centro de Campo Grande percebeu a mobilização e aproveitou para se informar sobre as questões políticas
O reajuste salarial foi questionado
junto ao presidente da Câmara Municipal, vereador Paulo Siufi (PMDB),
que explicou: "Temos uma escala em que 75% do que o deputado federal
ganha o deputado estadual ganha e 75% do que o deputado estadual ganha o
vereador ganha. Esse reajuste é feito de quatro em quatro anos. Ele não
é anual, ele não tem um reajuste como todo funcionário público tem
anualmente. É chegada a hora, sempre antes da próxima legislatura de
fazer esse reajuste", destacou a liderança.
Diante da temática, o 'Movimento
Voluntário', criado no Faceboock durante o período eleitoral, resolveu
sair do mundo virtual e mostrar para a sociedade que os componentes da
Casa de Leis devem ser mais atuantes, com ações que auxiliem os
moradores.
“Percebemos que os políticos não estão
trabalhando para o povo e por isso decidimos nos mobilizar para
conscientizar a população. A Constituição Federal delega que o vereador
pode ter um aumento de 0% até 75%, mas achamos abusivo e imoral porque o
trabalho dos vereadores não está condizente com as necessidades da
população. Tá na hora de perceberem que eles precisam favorecer a
população, estamos em um novo tempo de democracia e eles nos mostram que
eles estão trabalhando por interesse pessoal e não para o eleitor”,
pontuou uma das organizadoras do grupo, Patrícia Fonseca.
Com um exemplar da Constituição, Patrícia aponta artigo onde está as informações sobre reajuste
O manifesto atraiu o autônomo, Luiz
Carlos Gomes, que também preencheu o abaixo-assinado. “O trabalhador
precisa trabalhar o mês inteiro para ganhar seu salário e produzir para o
País. Agora, os parlamentares não produzem nada e terão esse reajuste ?
Agora para o trabalhador obter um reajuste salarial precisa ocorrer uma
briga no Senado, é algo inconstitucional”, explanou Luiz que deixou um
recado para a sociedade : “Aquele que votou no vereador tem que cobrar
ações dele, e acompanhar o trabalho na Câmara Municipal”.
Ato foi visto como sinônimo de democracia pelo autônomo Luiz
Transparência
Representantes do Movimento Voluntário protocolaram na Câmara um pedido para serem informados sobre os dias das reuniões ordinárias e acompanhamento de votações dos Projetos de Lei. As assinaturas colhidas durante o ato desta manhã serão utilizadas para dar abertura aos representantes e consolidar a manifestação junto ao grupo de parlamentares. Conforme os organizadores do manifesto, a Lei da Transparência não é cumprida pela Casa e impossibilita o acesso de informações sobre datas e temas que serão debatidos durante as sessões.
Juliana Rezende/ RBV News
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Fiscalização dos Vereadores
Os vereadores foram eleitos. Nossa participação política não se encerrou no voto. O próximo passo é a fiscalização dos vereadores. Vamos às dicas!
- Para quem não sabe, a Constituição Federal, no artigo 31, parágrafo 3º diz que todos podem ter acesso às contas públicas, que devem ficar à disposição para consulta pela população, inclusive pela internet. As contas públicas podem ser questionadas;
- As reuniões que acontecem na Câmara de Vereadores são abertas ao público. Você pode acompanhá-las, mas não se manifestar. O dia e horário em que ocorrem podem ser obtidos, por exemplo, no site da câmara do seu Município;
- A Controladoria Geral da União, através do seu site www.cgu.gov.br, lançou uma cartilha chamada “Olho Vivo no Dinheiro Público – Controle Social”, que pode ser baixada gratuitamente. Serve como guia de aprendizado do exercício desse controle e fiscalização, individualmente ou em organização social, que é meio de participação da população;
- A consulta periódica ao site da Câmara de Vereadores do seu Município também é meio eficaz para exercer essa fiscalização. Lá devem estar publicados os gastos públicos, os projetos de lei já votados e ainda na fila de votação. Enfim, toda a atividade da Casa. A palavra de ordem é transparência;
- O cidadão pode comparecer às audiências públicas realizadas pela Câmara Municipal, pela qual são discutidos os assuntos importantes para a comunidade e é um meio legítimo de participação popular, podendo, aí sim, o cidadão manifestar sua opinião, discutir o tema, obter informações, fazer propostas, tirar dúvidas etc.;
- Participar e divulgar os movimento sociais já existentes, que exercem exatamente essa função de controle e fiscalização, como o Movimento Voto Consciente, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, o Adote um Vereador etc. Neste último, por exemplo, o cidadão escolhe um vereador para acompanhar suas atividades parlamentares e publicá-las em um blog, incluindo os seus comentários (www.adoteumvereador.com.br). Procure um movimento social na sua cidade ou crie um!
- Envie e-mail diretamente ao vereador. O endereço pode ser obtido no site da Câmara. Cobre suas promessas de campanha e outras necessidades da população. Ele está lá para isso;
- Utilize as redes sociais para divulgar os trabalhos sociais em prol do controle político, da fiscalização. Denuncie.
Fonte: Voto Consciente
Acabou a eleição: agora é fiscalizar os vereadores!
Não fique só no voto!
A participação das pessoas não acaba com o voto. Ser um cidadão pleno é votar e também acompanhar através de observação da câmara dos vereadores. Ver o que está acontecendo. Como estão os gastos? Tudo isso é possível através da transparência.
Realizar o controle social é fundamental no processo democrático.
O próximo passo é a fiscalização dos vereadores. Vamos
às dicas! Para quem não sabe, a Constituição Federal, no artigo 31,
parágrafo 3º diz que todos podem ter acesso às contas públicas, que
devem ficar à disposição para consulta pela população.
Consulta virtual sobre Governo Aberto
No
último dia 29 foi aberta a consulta virtual sobre Governo Aberto que
vai até 5 de dezembro. Nesse período todos os brasileiros podem levar
propostas para que o Brasil construa um plano de ação para a Parceria
para Governo Aberto (Open Government Partnership - OGP), uma iniciativa
internacional criada para garantir que os governos assumam compromissos
concretos para promoção da transparência, capacitação, combate à
corrupção e utilização de novas tecnologias para fortalecimento da
governança.
Esse Diálogo Virtual é realizado no ambiente E-democracia.
Nesse período, qualquer cidadão brasileiro pode contribuir com a
criação de propostas de compromisso para o Plano. É só acessar a
plataforma e se cadastrar. O cadastro é simples e rápido. É tarefa dos
países que participam da OGP elaborar, por meio de ampla consulta
pública, um Plano de Ação contendo compromissos para fortalecer a
governança. O primeiro Plano de Ação apresentado pelo Brasil foi
desenvolvido em 2011, e buscou fortalecer a reestruturação do Portal da
Transparência, desenvolvimento da Infraestrutura Nacional de Dados
Abertos, realização da 1ª Consocial, implementação do Cadastro de
Empresa Pró-Ética dente outras iniciativas.
Anexo segue um documento da
CGU que contém o Plano atual e um balanço do que foi realizado até agora
pelo governo.
Acessem o site,
identifiquem os temas com que vocês mais possam contribuir e enviem suas
propostas. É muito importante a participação de vocês nesse processo!
O site do E-democracia possui uma biblioteca com materiais de apoio que vale ser consultada!
Acesse aqui a página Parceria para Governo Aberto.
Fonte: Enviada para nós pela Nicole Verillo Campello [ Amarribo Brasil ]
Mobilização contra o aumento salarial dos Vereadores
Uma campanha contra o reajuste salarial de
vereadores em 2013, foi lançada por campo-grandenses na rede social
Facebook. A mobilização começou após o presidente da Câmara Municipal,
vereador Paulo Siufi (PMDB) declarar, nesta terça-feira (30), que deve
ser aprovado em dezembro um aumento salarial de 66% para os vereadores. O
reajuste fará os parlamentares receberem 75% do salário de um deputado
estadual, que hoje é de R$ 20 mil.
Com a aprovação do reajuste, os vereadores deixarão de receber R$ 9 mil para ganharem um salário de R$ 15 mil. Isto quer dizer que os parlamentares receberão nove vezes mais do que ganha um trabalhador comum, que deve ter reajuste de 7% em 2013, quando o salário mínimo deve sair de R$ 622 para R$ 667,75.
Na campanha, os usuários da rede social convidam outros participantes a se unirem em prol da não aprovação do reajuste. A foto do movimento que está sendo compartilhada na rede, reúne algumas pessoas fantasiadas com nariz de palhaço, segurando um cartaz com a frase: “Se os vereadores estão insatisfeitos com os salários, então que peçam demissão". Abaixo da imagem tem o convite para demais usuários se unirem à causa. “Chega de palhaçada, junte-se a nós”.
Além do reajuste, a Casa de Leis passará de 21 para 29 vereadores em 2013, o que aumentará ainda mais o valor destinado ao pagamento salarial dos parlamentares.
Com a aprovação do reajuste, os vereadores deixarão de receber R$ 9 mil para ganharem um salário de R$ 15 mil. Isto quer dizer que os parlamentares receberão nove vezes mais do que ganha um trabalhador comum, que deve ter reajuste de 7% em 2013, quando o salário mínimo deve sair de R$ 622 para R$ 667,75.
Na campanha, os usuários da rede social convidam outros participantes a se unirem em prol da não aprovação do reajuste. A foto do movimento que está sendo compartilhada na rede, reúne algumas pessoas fantasiadas com nariz de palhaço, segurando um cartaz com a frase: “Se os vereadores estão insatisfeitos com os salários, então que peçam demissão". Abaixo da imagem tem o convite para demais usuários se unirem à causa. “Chega de palhaçada, junte-se a nós”.
Além do reajuste, a Casa de Leis passará de 21 para 29 vereadores em 2013, o que aumentará ainda mais o valor destinado ao pagamento salarial dos parlamentares.
Fonte: MS Notícias e Midiamax
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Facebookcídio coletivo: protesto contra genocídio e violação de direitos guarani-kaiowá
A situação dos índios guarani-kaiowá que vivem em Mato Grosso do Sul promete causar um 'facebookcídio coletivo' nesta sexta-feira (2). Até o momento, mais de quatro mil usuários do Facebook prometem 'morrer' nas redes sociais em apoio à causa indígena.
Os manifestantes podem reativar os perfis no Facebook depois do protesto virtual, que já reúne mais de 85 mil convidados.
Morte real
Relatórios oficiais mostram que os índios sul-mato-grossenses são as principais vítimas de violência contra povos indígenas no Brasil. Entre 2003 e 2011, foram 279 assassinatos em MS, enquanto todo o resto do país registrou 224 casos.
O estado também se destaca pelo número de suicídios entre indígenas e mortes por desnutrição infantil. Os guarani-kaiowá vivem em condições subumanas enquanto aguardam a demarcação de terras consideradas indígenas mas ocupadas por fazendas legalmente instaladas.
De agosto para cá, lideranças indígenas passaram a organizar a 'retomada' de algumas áreas e houve conflitos com os donos das fazendas, que tratam as ações como invasões, pois possuem escrituras das terras emitidas pelo próprio Governo Federal.
Facebookcídio
A ideia de uma 'morte virtual coletiva' surgiu após a repercussão nas redes sociais de uma carta dos guarani sul-mato-grossenses pedindo ao Governo Federal e à Justiça que, ao invés de determinar o despejo deles, fosse determinada a extinção da aldeia.
Os índios avisaram que decidiram morrer na terra onde os ancestrais viveram, e muitos interpretaram o documento como uma ameaça de suicídio coletivo. Os próprios guarani explicaram que apenas avisaram não ter mais forças para deixar a terra ocupada enquanto aguardam a decisão da Justiça.
Facebookcídio
Agora, no Facebook, a proposta dos organizadores da 'Morte Virtual Coletiva' é apoiar os guarani-kaiowá na luta pela demarcação das terras já declaradas indígenas em Mato Grosso do Sul. "Somos pessoas de todos os cantos do Brasil e do mundo, com um objetivo comum, chamar a atenção para a situação alarmante dos Guarani-Kaiowá", explicam na página do evento.
"É uma espécie de performance online, uma "morte simbólica" anunciada". Para participar, basta desativar a conta no Facebook no dia 2 de novembro, às 21 horas, no horário de Brasília. A partir das 19 horas, os organizadores da mobilização prometem ficar online, trocando informações e ajudando quem quiser participar.
"Vamos fazer uma contagem regressiva e morrer pela causa Guarani-Kaiowá, isto é, vamos desativas nossas contas do Facebook como forma de protesto", avisam.
Segundo a organização, após o protesto cada um decide se voltará ou não a usar o Facebook. E 'ressuscitar' na rede social não é algo difícil: basta desativar a conta, e não excluir o perfil. "Assim podemos voltar depois. Para desativar, basta seguir os comandos Configurações de Conta >> Segurança >> opção Desativar sua conta >> selecione e/ou descreva o motivo da sua saída >> Confirmar".
| Reprodução, Facebook.com |
| 'Suicídio virtual coletivo no Facebook': evento em apoio aos guarani de Mato Grosso do Sul |
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