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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Mobilização contra o aumento salarial dos Vereadores





Uma campanha contra o reajuste salarial de vereadores em 2013, foi lançada por campo-grandenses na rede social Facebook. A mobilização começou após o presidente da Câmara Municipal, vereador Paulo Siufi (PMDB) declarar, nesta terça-feira (30), que deve ser aprovado em dezembro um aumento salarial de 66% para os vereadores. O reajuste fará os parlamentares receberem 75% do salário de um deputado estadual, que hoje é de R$ 20 mil.

Com a aprovação do reajuste, os vereadores deixarão de receber R$ 9 mil para ganharem um salário de R$ 15 mil. Isto quer dizer que os parlamentares receberão nove vezes mais do que ganha um trabalhador comum, que deve ter reajuste de 7% em 2013, quando o salário mínimo deve sair de R$ 622 para R$ 667,75.

Na campanha, os usuários da rede social convidam outros participantes a se unirem em prol da não aprovação do reajuste. A foto do movimento que está sendo compartilhada na rede, reúne algumas pessoas fantasiadas com nariz de palhaço, segurando um cartaz com a frase: “Se os vereadores estão insatisfeitos com os salários, então que peçam demissão". Abaixo da imagem tem o convite para demais usuários se unirem à causa. “Chega de palhaçada, junte-se a nós”.

Além do reajuste, a Casa de Leis passará de 21 para 29 vereadores em 2013, o que aumentará ainda mais o valor destinado ao pagamento salarial dos parlamentares.


Fonte: MS Notícias  e Midiamax

domingo, 9 de setembro de 2012

Eleitor de Campo Grande é o mais caro

O eleitor de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, é o "mais caro" do país.
Os sete candidatos a prefeito da cidade arrecadaram até agora R$ 5,6 milhões.
O "custo-eleitor" na capital sul-mato-grossense, com um total de 561,6 mil eleitores, é de R$ 9,99

Em Rio Branco (AC), última colocada no ranking, a relação do arrecadado por eleitor é de R$ 0,56. 

A média entre as 26 capitais é de R$ 3,90, segundo levantamento da Folha nas prestações de contas dos candidatos a prefeito de capitais. 


CAMPEÃO
Edson Giroto (PMDB), que disputa a Prefeitura de Campo Grande, lidera o ranking entre os candidatos com mais dinheiro em caixa por eleitor

O peemedebista já arrecadou R$ 3,5 milhões, o que representa R$ 6,35 para cada morador que pode ir às urnas em outubro. 

O líder nacional em volume de arrecadação é apenas o 37º colocado nessa lista. 

Fernando Haddad, o candidato a prefeito de São Paulo pelo PT, tem até agora R$ 10 milhões nos cofres da campanha. 

Mas, diante dos 8,6 milhões de eleitores registrados da capital paulista, sua média de doações por eleitor fica em R$ 1,17.
 
 
Veja mais na Folha on line:  acesse aqui!

sábado, 8 de setembro de 2012

Protesto contra o autoritarismo do governador André Puccinelli


Com o apoio de 14 entidades, panfleto contra o governador André Puccinelli (PMDB) foi distribuído, nesta sexta-feira (7), no desfile de 7 de Setembro, no centro de Campo Grande. Com o título “A escolhinha do governador André ofende o voto secreto e a moralidade pública”, os manifestantes deram a Puccinelli “nota zero nos quesitos respeito e democracia”.
O protesto levou em consideração vídeo divulgado nacionalmente que mostra o governador em reunião com servidores comissionados. No encontro, ele chama nominalmente cada funcionário e viola o direito do voto secreto. “O fato dos servidores terem que informar, seja por coação ou pedido, o nome de seus candidatos caracteriza uma violação ao mais sublime requisito do voto no sistema republicano adotado no Brasil: o voto secreto”, escreveram os representantes das entidades no panfleto.
Ainda por meio da publicação, os manifestaram informaram repudiar “veemente a postura adotada pelo governador”. “Deve se comportar como a liturgia de seu cargo exige: respeitando à Constituição Federal de acordo com os princípios da legalidade e da moralidade”, defenderam.
Para os manifestantes, “a sociedade sul-mato-grossense, fica mais uma lição de que o autoritarismo tem nome, endereço e, invariavelmente, ocupa cargos públicos, mas que homens simples, com atos de coragem singular, podem desmascará-lo”.
Eles também aproveitaram para cobrar medidas dos órgãos competentes contra a coação de servidores públicos. “Exigimos da Justiça Eleitoral e da Polícia Federal a apuração e punição, pois a evidência de crime eleitoral reproduz uma prática coronelista do século XIX, de coação do voto”, pediram. “Eleições limpas, transparentes e imparciais em Campo Grande e Mato Grosso do Sul. É o que defende os movimentos sindicais, sociais e estudantis”, acrescentaram.
O panfleto foi assinado pela FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), SINTSS (Sindicato dos Trabalhadores da Seguridade Social de Mato Grosso do Sul) CDDH (Centro de Defesa de Cidadania e dos Direitos Humanos “Marçal de Souza Tupã-Y”), DCE-UFMS (Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal de MS), Sindicato dos Bancários de Campo Grande, ACP (Sindicato Campo-Grandense dos Professores), SISTA/UFMS (Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino de Mato Grosso do Sul), SINDIJUS/MS (Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul), MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Sindicato dos Ferroviários, CUT/MS (Central Única dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul), FETRICOM/MS (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de MS), Sinttel/MS (Sindicato dos Trabalhadores em Telecomunicações do estado do Mato Grosso do Sul) e Sindicato dos Vigilantes de Campo Grande e região.
 
 
 
 
Outro panfleto
Ainda no desfile da Independência, comemorado neste dia 7 de setembro, representantes da Fetems distribuíram outro panfleto contra o governador. A entidade chamou Puccinelli “de inimigo da educação” por “abdicar do debate democrático referente à valorização dos profissionais da educação para continuar a tumultuar o processo de implementação integral do piso salarial profissional no país”.
Reação
Após o desfile, em entrevista coletiva, o governador demonstrou estar ciente do protesto contra ele. “Hoje mesmo no desfile apresentaram (panfleto), eu deploro. Isso aí é de quem não teve durante a sua formação de personalidade educação”, comentou em reposta à indagação sobre panfleto anônimo e perfis falsos criado no facebook para atingir candidatos a prefeito de Campo Grande.
Neste caso, no entanto, as 14 entidades assinaram o panfleto, ao contrário de material distribuído contra o deputado estadual Alcides Bernal (PP), no dia 26 de agosto. “Nós sempre deploramos atitudes antiéticas seja de onde partirem, o debate é importante que se faça para que a sociedade independente, escolha livremente, eu deploro, seja de quem parta nas redes sociais, apócrifos panfletos”, acrescentou Puccinelli sobre o ato contra o parlamentar, candidato a prefeito da Capital

Grito dos excluídos

O grito dos excluídos deste ano fechou o desfile de sete de setembro nesta manhã com cerca de cem pessoas. De acordo com os organizadores, o número de participantes foi crescendo conforme passavam. Este ano, a indignação do movimento foi com o governador André Puccinelli, que inclusive foi chamado por eles pelo megafone para conversar.
Com a participação dos movimentos sociais, GLBTS (Gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis e transgêneros) e estudantes da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), os protestantes pediam pela reforma agrária e por mais atenção dos políticos em relação às suas causas.
Com megafone, os manifestantes chegaram a chamar o governador de “coronel”, “ditador”, “opressor dos excluídos” e pediam melhor investimento do dinheiro público com educação e saúde, ao invés de investir cerca de oitenta milhões no Aquário do Pantanal.
Ao chegar perto do palanque das autoridades, o grupo foi se dispersando e a polícia militar os impediu de se aproximar. O governador e outros só desceram após o grupo se desfazer.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Financiamento eleitoral e transparência




É clara a Constituição Federal ao dizer que a soberania popular é exercida, dentre outras formas, pelo voto direto, secreto, universal, periódico e com valor igual para todos. O exercício do voto é garantido pela nossa Lei Máxima, fazendo parte da democracia que vige em nosso país. É evidente que o seu pleno exercício só pode ocorrer se sem máculas, opressões, com livre direito de escolha, de maneira segura. O processo eleitoral deve ser claro, límpido, transparente.

Aqui, trataremos, ainda que superficialmente, no tocante ao processo eleitoral, do financiamento das campanhas eleitorais e da necessidade de sua transparência, para que esse exercício da soberania ocorra exatamente da maneira desejada pelo constituinte nacional e, antes mesmo dele, pelo próprio povo brasileiro.

O financiamento de campanha eleitoral tem gerado discussões devido aos problemas e obstáculos enfrentados com o sistema atualmente praticado no Brasil, que acarreta o famoso “caixa-dois” dos partidos políticos, a corrupção eleitoral, o abuso do poder econômico, dentre outros.

Hoje, as campanhas dos candidatos a cargos políticos, seja no Executivo ou no Legislativo, são financiadas tanto pelo poder público, por meio do fundo partidário, quanto por doações privadas de pessoas físicas e jurídicas, denominado sistema misto. Outros sistemas possíveis são: financiamento público exclusivo, para todas as eleições; e, público somente para eleições a cargos do Executivo, permanecendo o sistema misto para o Legislativo. Tais sistemas estão sendo debatidos no Congresso Nacional em razão de uma possível reforma política.

Há uma divisão em duas correntes: os que são a favor do financiamento público exclusivo e os que defendem o sistema misto, hoje em prática.

Ambos os sistemas têm pontos positivos e desfavoráveis. Para os defensores do sistema de financiamento exclusivamente público, esse meio propicia a busca de equidade entre os candidatos que disputam o pleito, pois todos teriam acesso aos recursos para a campanha. As chances de vitória seriam mais igualitárias. Diminuiria a corrupção eleitoral e o “caixa-dois”, pois o dinheiro público seria distribuído a todos, conforme regulamentado em legislação. Não havendo doações de particulares, como empreiteiras, bancos e prestadores de serviços, os candidatos não ficariam com o “rabo preso” e não se obrigariam a posterior troca de favores para os doadores de campanha.
Por outro lado, para os defensores do sistema misto, o financiamento público seria um processo contra a democracia, pois impediria a colaboração de pessoas que se identificassem com agremiações e candidatos. Também argumentam que seria um desperdício de recursos do governo e que não haveria orçamento suficiente. O “caixa-dois” continuaria em uma modalidade ilícita, proliferariam partidos, pois haveria mais chance de concorrer.
Pois bem. Eis uma apertada síntese da celeuma sobre o tema. Não se pretende defender um sistema ou outro, mas sim a lisura, a transparência e a democracia no processo eleitoral.
É certo que os maiores doadores de campanha são empresas que esperam favorecimentos posteriores advindos de seu candidato vencedor. É certo também que o valor das campanhas eleitorais está atingindo valores inimagináveis, ainda mais para um país pobre, pobre sim e desigual como o nosso.

O candidato com mais recursos tem mais meios de fazer seu nome chegar a um maior número de eleitores e cobrir um maior território.

 Não é coincidência a relação entre o número de votos obtidos e o volume de recursos arrecadados. 

Não é exagero denominar esse “fenômeno” de influência do poder econômico. Influência esta na escolha do candidato pelo eleitor, que deixa de ser livre e, atrevendo-se a dizer que deixa de ser direito de escolha.
Independentemente do sistema de financiamento de campanha vigente, é preciso baratear esses custos, implantar um teto de gastos e que este seja fiscalizado e cumprido e, acima de tudo, que haja transparência em todo o processo eleitoral, durante as campanhas pela obtenção de voto até a prestação de contas.

E pela transparência, não se pode deixar de mencionar o trabalho do juiz Marlón Reis, um dos idealizadores da Ação Popular que resultou na Lei da Ficha Limpa, marco em nossa democracia, que luta para que os candidatos divulguem quem são os seus financiadores de campanha. Nessa linha, convidamos os leitores para que acessem esta notícia , e apreciem o trabalho desse juiz, professor e cidadão.



É preciso esclarecer que o Tribunal Superior Eleitoral já exige dos candidatos a divulgação nominal dos seus doadores e qual o valor doado. Contudo, parece que não é uma prática bem vista pelos senhores candidatos, que, aplicando o “jeitinho brasileiro”, já encontraram uma maneira de burlar a determinação do Tribunal. Grosso modo, dá-se da seguinte forma: os doadores fazem a doação transmitindo os valores para o partido político. Este transfere os recursos para o candidato. O candidato recebe como sendo doação do partido a que pertence e assim declara para o Tribunal e ninguém fica sabendo quem foi o real doador.

Custo espantoso. Transparência zero.

Fonte:  votoconsciente.org

sábado, 21 de abril de 2012

Dia do Basta em MS





Dia do Basta 42 Cidades


Dia do Basta organiza protestos contra corrupção em 42 cidades
21 de abril de 2012  14h29

Com o rosto pintado nas cores da bandeira do Brasil, jovem participa de protesto contra a corrupção em Brasília. Foto: AP
Com o rosto pintado nas cores da bandeira do Brasil, jovem participa de protesto contra a corrupção em Brasília
Foto: AP
Manifestantes em 42 cidades do País organizam protestos neste sábado para marcar o Dia do Basta e pedir o fim da corrupção. Em Curitiba, Belém do Pará e Brasília, ativistas já foram às ruas com cartazes e rostos pintados. Em Ribeirão Preto (SP), manifestantes se encontraram antes do horário para organizar a marcha. A maioria das cidades deve ter protestos durante a tarde, segundo o site do Dia do Basta.
O Dia do Basta é, segundo a organização do evento, "um movimento social de iniciativa popular de caráter pacífico e apartidário, formado por diversos estados e várias cidades brasileiras". Eles buscam mobilizar aqueles que são comprometidos com a cidadania em favor do resgate da ética nas instituições públicas, nas esferas nacional, estadual e municipal. "Nosso objetivo é estimular e mobilizar a sociedade brasileira para: a troca de ideias, articulações, ações e manifestações (pacíficas e apartidárias) na internet, ruas e praças de nossas cidades.", diz um comunicado do movimento.
Além disso, eles lutam por melhorias na educação, na saúde, na segurança e na infraestrutura do Brasil. De acordo com o grupo, são quatro as bandeiras levantadas: 10% do PIB para a Educação, voto parlamentar aberto, fim do foro privilegiado para o corrupto e a corrupção como crime hediondo. "Vivemos uma grande mentira: somos a 6ª economia mundial, mas não aproveitamos nosso crescimento onde mais precisamos", dizem os organizadores do evento no comunicado que convoca a população.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Especulação Imobiliária

São Paulo representa o modelo adotado sobre o espaço urbano no Brasil. A especulação imobiliária permanece acima da dignidade humana quando o Estado não satisfaz as reais condições de habitação da população. Aqui em Mato Grosso do Sul o problema não é tão visto na mídia de massa. Não obstante, há sérios problemas, e favelas que são "maquiadas" em prol da beleza das cidades. Enquanto houver discriminação de toda forma, descaso com a dignidade humana, falta de emprego digno, moradia e transporte podemos perceber duas coisas: 

  1. Descaso e corrupção que afetam a condição humana;
  2. Incompetência de se construir uma sociedade no qual o ser humano seja mais importante do que a propriedade;
Realizar variadas formas de terrorismo contra quem mais precisa de ajuda e apoio é uma grande injustiça.
Enquanto houver injustiça como lei é hora de se opor a ela !
[Coletivo Cidade Morena]

Abaixo do Coletivo Mídia Independente

Moinho, Pinheirinho, "Cracolândia". Além de décadas de descaso por parte do poder público, estas regiões ganharam um novo elemento em comum: o terrorismo de Estado, que carrega consigo inúmeras denúncias de abuso de autoridade, racismo, violação de direitos humanos e tortura. Fica cada vez mais evidente que a política do governo paulista está calcada na militarização como instrumento de garantia dos lucros da iniciativa privada que a financia. Fica também cada vez mais claro que é hora de dizer BASTA.



sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Terra em Transformação







(Brasil e Suécia, 2010, 36 min. - Direção: Nils Bucher, Michaela Danielsson, Lisa Persson)

Entenda o controle da internet: SOPA

Em virtude das discussões sobre o controle da internet sob a máscara de garantia de direitos autorais publicamos aqui a melhor explicação do fato em quadrinhos.  
O controle do conhecimento humano não garante melhorias sociais. Muito pelo contrário, as melhores descobertas foram produzidas a partir de compartilhamento  de seres humanos em prol de um objetivo comum. 
Não bastasse o controle dos meios tradicionais e a repressão nas ruas contra a liberdade de expressão, há agora o controle da web. Um canal como a internet representa muito para os vários movimentos e comunidades que por meio da rede de computadores conseguem se comunicar e ter representatividade. As minorias são bastante afetadas pelos meios conservadores de TV e Rádio, só para citar a manipulação agride: os sem teto, a mulher, os homossexuais e a relação de gênero, os povos indígenas e sua cultura, o MST, e todo e qualquer brasileiro em sua tentativa de dizer algo para muitas pessoas é censurado. É como fechar uma biblioteca e limitar o seu acesso...

Chega de monopólio midiático. No Brasil são apenas 11 famílias que detêm o poder da informação. A internet é nosso refúgio. 
Para saber mais sobre o estado da mídia acesse: www.intervozes.org.br e www.observatoriodaimprensa.com.br

Pesquisa sobre órgãos reguladores de rádio e TV em 10 países!









Fonte: http://twitpic.com/87caz8 e www.ligahumanista.org  www.documentariohoje.blogspot.com

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A história dos Direitos Humanos


O que são os direitos humanos ?


O vídeo procura elucidar para as pessoas o que são os Direitos Humanos e como foi sua origem. São direitos que todos os seres humanos, homens, mulheres, crianças, idosos, gays, lésbicas, indígenas, mendigos, pobres, mulçumanos, católicos, espíritas, ateus, agnósticos... Ou seja, direitos que TODOS POSSUEM pelo simples fato de serem humanos.

São direitos que buscam manter a liberdade de direitos. Possuem o objetivo de manter a DIGNIDADE HUMANA. 


Assista o vídeo que vale muito apena!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Protestos contra o mercado financeiro



Se faz necessário uma nova forma de enxergar o mundo. Por isso que a internet e as novas mídias são importantes. Contudo, há de se organizar uma seleção, um tipo de filtro, que conduz ao que acontece de fato. As manifestações como ocorrem no vídeos, e a forma contundente e violenta dos políciais não aparece na mídia convencional. Devemos informar, divulgar e estarmos atentos ao mundo e ao local onde vivemos.



Entenda os protestos

Em 78 países do mundo, entre eles a Alemanha, os cidadãos pretendem ir às ruas  protestar contra o mercado financeiro. As manifestações acontecem em quase mil cidades do mundo.

 

Centenas de pessoas que participaram de um movimento em Nova York contra as medidas do governo americano para salvar o mercado financeiro do país. 

Houve muitas prisões, que foram acertadas de antemão, pois ja haviam no local vários ônibus para deter os manifestantes.

O maior conflito até agora, ocorreu na ponte Brooklyn, onde os manifestantes foram impedidos de continuar. 


Em todos os continentes, os manifestantes querem demonstrar a oposição ao "poder do dinheiro e à injustiça social". Na Alemanha, organizações como Attac, Echte Demokratie Jetzt! (Democracia Real Agora!) e ramificações dos movimentos Occupy anunciam protestos pacíficos em mais de 50 cidades. A maior passeata acontece na metrópole financeira Frankfurt.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Mídia e Políticos

"As concessões de rádio e televisão são públicas, ou seja, pertencem ao conjunto da sociedade brasileira, mas na prática os empresários agem como se fossem eles os proprietários dos canais". 
Coletivo Intervozes

O público em geral, com senso comum, não sabe que as televisões e rádios operam devido a concessões. São concessões públicas pois o conteúdo produzido pelos canais e emissoras de rádio e TV, trafega pelo ar - no espectro eletromagnético.

Para que possam trabalhar, essas emissoras precisam de uma autorização do Estado - uma concessão pública. Segundo o artigo 21 da Constituição Federal:

"Compete à União (...) explorar, diretamente ou mediante autorização, concessão ou permissão (...) os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens".

Esses serviçoes são semelhantes aos serviços básicos de água potável e energia elétrica. Contudo, não há critérios claros para radiodifusão, que opera com privilégios estranhos a um sistema democrático.

A classe dominante que ja opera sob um regime de segregação economica e segregação habitacional é que dita as regras. Empresarios e políticos operam de maneira que exclua outas camadas da sociedade no processo e no debate sobre a concessão.  Não há critérios claros, e há emissora em funcionamento controladas por deputados e senadores - com proibição da Constituição. Não há processo de licitação. As emissoras conseguem burlar normas sob licenças de TVs e rádios "educativas".
Então temos um processo que manipula os meios de comunicação como manipula a produção material. As concessões públicas, então um bem de todos, são utilizadas para dar lucro para as empresas. Não há benefício social, há um enriquecimento privado as custas de um sistema ideológico que mantém uma programação que nada acrescenta, não promove o debate e a emancipação do sujeito.

Outro problema chave é a homogeinização efetuada pela mídia de massa. Não é mostrada a diversidade e a pluralidade do país. As minorias e os diversos segmentos da população são mostradas de maneira perversa por veículos e emissoras que mantém uma só voz.

Farra dos Agentes Políticos

Historicamente as concessões são concedidas a parlamentares. A prática, apesar de contrariar a Constituição Federal, é facilmente comprovada com um simples cruzamento de informações.

O artigo 54 da Constituição Federal define que deputados e senadores não poderão, no exercício de seus cargos, "firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público". O artigo seguinte diz que um parlamentar perderá seu mandato caso "infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior".



Aqui no Estado temos:

01 Deputado Estadual   [33,33%]           Londres Machado - PL - MS
01 Prefeito                  [33,33%]           Ilda Salgado Machado - PL Naviraí - MS
01 Senador                  [33,33%]           Antônio Hugo Rodrigues - PTB - MS [suplente]